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4 de dezembro de 2011

Giba continua jogando como um garoto, diz Murilo

O site oficial da FIVB publicou um texto sobre a importância do capitão Giba para a Seleção Brasileira de vôlei. Achei o texto simples, mas destacou bem quão relevante a camisa 7 tornou-se para a equipe brasileira, e como ele assumiu a posição de um dos principais nomes da geração vitoriosa do vôlei nacional. O texto original está em inglês, mas eu traduzi ele livremente, ainda assim os créditos são todos do site da FIVB, que também gravou um vídeo com o depoimento de Leandro Vissotto e Murilo sobre Giba após a partida contra o Irã, onde o Brasil venceu por 3 sets a 0, sendo o capitão decisivo para a vitória e eleito o melhor jogador da disputa. Os depoimentos do vídeo também estão em inglês, mas basicamente eles dizem o que foi redigido no texto que segue abaixo:

"Aos 34 anos, Giba continua no seu melhor estilo de jogo.

O capitão brasileiro Giba é um dos jogadores mais talentosos dessa geração – um campeão Olímpico e Mundial. Sua carreira tem mais de uma década, mas Giba continua jogando como um garoto.

Murilo Endres vê seu capitão como alguém que representa a maneira de jogar da equipe. O nome de Giba tem sido sinônimo do voleibol brasileiro.

Sua paixão pela disputa é incomparável e isso é positivamente refletido em seu jogo em cada momento que ele pisa na quadra. Na Copa do Mundo Masculina da FIVB, ele jogou extremamente bem – mergulhando em cada bola para defender e mantendo sua ofensividade em alta intensidade.

A experiência de Giba beneficiou muitos de seus companheiros de equipe, e em retorno, ele ganhou respeito como líder do time. Seus companheiros reconhecem a importância do seu capitão em tentar alcançar seus objetivos em cada competição.

Para Giba, seu amor pelo esporte, sua energia e a atmosfera da disputa continua o mantendo ativo. Ele está feliz com sua boa saúde e com seu poder para ajudar os outros jogadores a alcançar sucesso no futuro."


- Eu amo o que eu faço. Eu amo voleibol, eu amo essa atmosfera, essa adrenalina e jogar é o que eu fiz toda minha vida. Estou muito feliz por continuar aqui, por minha saúde ser boa e por jogar como um garoto como disseram - Giba.

Brasil bate o Japão com facilidade e garante o bronze

Só dependia do Brasil. Na manhã deste domingo (04/12), a Seleção Brasileira Masculina de vôlei enfrentou seu último desafio da desgastante Copa do Mundo. Em Tóquio no ginásio Yoyogi National Stadium, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho jogou contra os donos da casa, o Japão, precisando de uma vitória simples para conquistar o bronze e a última vaga para as Olimpíadas de Londres no ano que vem. Mais cedo a Itália havia batido o Irã por 3 sets a 1, e deixava a responsabilidade toda nas mãos dos brasileiros. Acostumados a grandes decisões, a Seleção não teve problemas em administrar a pressão e venceu o Japão em sua casa por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/19 e 25/22.
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Lucão mandou um saque na rede para abrir o primeiro set da disputa. Em cima dos erros brasileiros, o Japão iniciou a parcial na dianteira, 8 a 7 na primeira parada técnica. Os japoneses mostraram uma defesa consistente e conseguiram salvar bolas difíceis do Brasil, mas em uma bola rápida de Bruninho com Sidão, os brasileiros viraram o placar: 10 a 9. Muito superior aos japoneses, a equipe brasileira não demorou a ampliar sua vantagem e fazer 16 a 12 no segundo tempo técnico após um ataque de Giba. Com o bloqueio eficaz e variando bem as jogadas para dificultar a defesa adversária, o Brasil engrenou uma boa sequência de pontos e fechou a parcial em um ataque forte de seu capitão: 25 a 21.

O segundo set novamente iniciou melhor para o Japão, que conseguiu parar a ofensividade brasileira com um bloqueio encaixado e abriu 4 a 1, fazendo o técnico Bernardinho pedir tempo. A equipe verde e amarela voltou mais afiada, mas os donos da casa continuavam na dianteira na primeira parada técnica da parcial: 8 a 6. Com paciência o Brasil conseguiu empatar a disputa em um bloqueio triplo sobre Shimizu, mas não conseguiu manter o bom ritmo e deixou os donos da casa abrirem quatro pontos de vantagem, e Bernardinho queimou seu segundo pedido de tempo. A Seleção Brasileira teve que novamente diminuir a desvantagem e recuperou-se com categoria, fazendo nada menos que oito pontos seguidos. Comandados por Giba, que apareceu para definir tanto no ataque como salvando bolas difíceis, a equipe verde e amarela deixou tudo empatado em 19 a 19 e tomou a dianteira na boa passagem do seu camisa 7 pelo saque, que praticamente criou raízes no fundamento e fechou a parcial com um ace: 25 a 19.

O Brasil voltou motivado a vencer a terceira parcial e garantir sem maiores preocupações a esperada vaga para as Olimpíadas. Desde o começo os brasileiros tomaram a dianteira, e após um ataque na diagonal de Giba, lideravam por 8 a 5 na primeira parada técnica. O Japão conseguia não deixar o Brasil disparar na dianteira muito em consequência de seu saque regular e dos erros adversário, perdendo por somente dois pontos na segunda parada obrigatória, 14 a 16, após um disputadíssimo rali finalizado por um ponto de bloqueio de Vissotto. Sem grandes incômodos por parte dos japoneses, o Brasil seguiu melhor em quadra e administrou sua vantagem, Sidão e Vissotto se destacando no finalzinho do set, a Seleção Brasileira venceu sua terceira parcial por 25 a 22.

Sidão foi eleito o melhor jogador da disputa e foi o maior pontuador para o Brasil, com 15 acertos, seguido por Giba, que anotou 13 vezes. Shimizu ajudou o Japão com também 15 acertos.

3 de dezembro de 2011

Brasil demonstra o peso de sua camisa e vence a Polônia após sufoco

A situação da Seleção Brasileira Masculina de vôlei se complicou com as derrotas para Cuba na terceira fase e para a Sérvia por 3 sets a 1 na quarta etapa da Copa do Mundo da modalidade, realizada no Japão. Precisando de uma vitória para continuar com chances de conquistar o bronze (a prata e o ouro estão entre Rússia e Polônia), e consequentemente a vaga para as Olimpíadas de Londres, o Brasil entrou em quadra na madrugada deste sábado (03/12) e enfrentou a Polônia, o time mais regular deste torneio e que teve somente uma derrota na competição, para o Irã. Até se deparar com a potência que segue sendo a camisa verde e amarela. Após dois sets onde os comandados por Bernardinho não conseguiram impor seu jogo, a garra brasileira destacou-se em quadra, e com destaque para o levantador Bruninho, que entrou no meio da disputa e mudou o ritmo da partida, a Seleção Brasileira virou e venceu os poloneses por 3 sets a 2, parciais de 18/25, 21/15, 25/18, 25/19 e 15/12.
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(Seleção Brasileira comemorando a vitória com o mascote da competição)

Um saque na rede de Winiarski deu o primeiro ponto da disputa para o Brasil. A Polônia iniciou a partida cometendo alguns erros, e os brasileiros apostaram no saque forçado e nos ataques de velocidade para parar os poloneses. O placar seguiu equilibrado, até que em um bloqueio sobre Giba, a Polônia liderava na primeira parada técnica por 8 a 6. Nos erros do time verde e amarelo, os europeus abriram quatro pontos de vantagem, fazendo Bernardinho pedir tempo. As boas defesas brasileiras não conseguiram parar o forte ataque adversário, que ampliou sua vantagem e com Bartman descendo o braço no ataque, a Polônia fechou a parcial em um erro de saque de Sidão: 25 a 18.

O bloqueio não funcionou no primeiro set, mas Vissotto apareceu para armar um paredão e fazer 1 a 0 na segunda parcial com um ponto de bloqueio. Giba chamou a responsabilidade para si e marcou três dos cinco primeiros pontos, mas com Bartman jogando em alto nível, os poloneses se mantiveram encostados no marcador. Um saque na rede deixou 8 a 7 para os europeus no primeiro tempo técnico. A disputa se manteve ponto a ponto com vários erros de saque forçado para ambas equipes. A Polônia conseguiu manter um ritmo de jogo mais constante e liderava no segundo tempo também, por 16 a 14. O Brasil diminuiu sua atenção em quadra e deixou os europeus ampliarem a vantagem, vencendo sua segunda parcial por 25 a 21.

Com a vaga para os Jogos Olímpicos garantida, a Polônia voltou ainda mais motivada em quadra e logo abriu 8 a 5. Novamente a Seleção Brasileira voltou a cometer erros deixando a Polônia abrir 13 a 8, fazendo Bernardinho pedir tempo técnico e realizar mudanças na equipe, ingressando Bruninho em quadra e Dante. Os dois foram essenciais para a virada brasileira, e na garra o Brasil recuperou-se na boa passagem de Dante pelo saque, empatando a disputa em 13 a 13. Em uma largadinha de Murilo a Seleção Brasileira passou a frente no marcador, destaque para três pontos de bloqueio do levantador Bruninho. Com quatro pontos de vantagem e o bloqueio finalmente funcionando, a equipe verde e amarela administrou o jogo e não cedeu chances para a bola adversária cair em quadra, ganhando sua primeira parcial por 25 a 18.

O quarto set começou equilibrado, com as duas equipes forçando muito no saque e apostando na sua recepção. Vissotto anotou duas vezes seguidas para o Brasil, mas em uma bola fora de Murilo a Polônia liderava por 8 a 7 no primeiro tempo técnico. Sabendo da necessidade de vencer a parcial para forçar o tie-break, a equipe verde e amarela voltou melhor em quadra e com Vissotto aparecendo com eficácia, os brasileiros assumiram a dianteira em um ataque de Murilo: 16 a 15. Com Bruninho distribuindo inteligentemente as bolas e aparecendo inclusive para atacar e fazendo três pontos de bloqueio, o volume de jogo da Seleção Brasileira seguiu superior e o Brasil finalizou a parcial por 25 a 19.

Sidão desceu o braço para dar o primeiro ponto do set desempate ao Brasil. Um ace de Dante ajudou os brasileiros a ampliarem a vantagem para 4 a 2. O Brasil conseguiu manter-se dois pontos na dianteira aproveitando-se dos erros adversário, contudo a Polônia conseguiu empatar em duas oportunidades, mas com Murilo aparecendo para definir bolas difíceis, foi do camisa 8 o último ponto da partida, que deu a vitória para a Seleção Brasileira: bloqueio triplo e 15 a 12 para o Brasil.

Nome da partida pela sua liderança e decisão, Bruninho foi eleito o melhor jogador da disputa. Bartman foi o maior pontuador do duelo com incríveis 26 acertos, mais de um set inteiro somente de pontos do camisa 9 polonês. Pelo lado brasileiro, Vissotto destacou-se também pela alta pontuação, tendo marcado 23 vezes. Com a vitória por 3 sets a 2, a Brasil conquistou dois pontos e segue empatado em terceiro lugar com a Itália com 21 pontos, mas pela pontuação a equipe verde e amarela fica em vantagem e depende de uma vitória contra o Japão no domingo para garantir o bronze e a classificação para os Jogos Olímpicos de 2012.

28 de novembro de 2011

Brasil perde para Cuba e dificulta suas chances de título

Dois pontos importantes foram perdidos pela Seleção Brasileira Masculina de vôlei na madrugada desta segunda-feira (28/11). Com Polônia e a Rússia ocupando os primeiros lugares da tabela da Copa do Mundo, a equipe comandada por Bernardinho necessitava vencer a forte Cuba por até 3 sets a 1 para conquistar os três pontos e encostar nos russos. Mas os meninos do Brasil sofreram um novo revés. Em partida válida pela terceira rodada do torneio realizado no Japão, a Seleção enfrentou Cuba em um jogo tenso e oscilante que durou mais de duas horas, e infelizmente os brasileiros levaram a pior, perdendo por 2 sets a 3, parciais de 25/17, 22/25, 23/25, 25/20 e 12/13.
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Um bloqueio de Giba sobre Hernandez inaugurou o marcador no ginásio em Hamamatsu, e o capitão da Seleção Brasileira seguiu com boas atuações, fazendo três de seis dos primeiros pontos. Um contra-ataque de primeira de Marlon, que desviou no bloqueio, levou o time verde e amarelo para a parada técnica liderando por 8 a 5. Murilo foi para o saque ampliar a vantagem brasileira para 11 a 6, fazendo o técnico cubano pedir tempo e quebrar o ritmo de saque do brasileiro. Completamente desestabilizados, Cuba não conseguiu encontrar-se novamente em quadra e cometeu inúmeros erros, deixando o Brasil abrir 16 a 9 no segundo tempo técnico. O restante do set foi um passeio brasileiro em quadra, os cubanos até tiveram fôlego para tentar uma reação, comandados por Leon fizeram quatro pontos seguidos, mas a superioridade do time verde e amarelo não deixou os adversários encostarem, e com tranquilidade a Seleção Brasileira fechou a parcial: 25 a 17.

Novamente Giba abriu o placar no set, desta vez vindo do fundo para descer o braço e marcar o primeiro. Com um ace e um erro de saque de Sidão, Cuba abriu dois pontos de vantagem, 4 a 2, mas não demorou até a equipe verde e amarela empatar a disputa e manter-se colado nos adversários que foram para o primeiro tempo técnico à frente: 8 a 6. Na boa passagem de Murilo pelo saque o Brasil reverteu o placar, 11 a 10. Cuba continuou mais afiada na disputa, e com o bloqueio funcionando, abriu 16 a 13, deixando o técnico Bernardinho nervoso a beira da quadra. Novamente na passagem de Murilo no saque, o Brasil conseguiu tomar a dianteira em um ace do camisa 8: 20 a 19. O final do set foi tenso, com um ponto polêmico da arbitragem em favor do Brasil, até que em um ataque fora de Lucão os adversários venceram sua primeira parcial: 25 a 22.

Cuba mostrou um bom volume de jogo também no terceiro set, bloqueando bem o ataque brasileiro e abrindo 5 a 2 no marcador. O Brasil mal conseguiu rodar em quadra até a primeira parada técnica, onde os cubanos lideravam por 8 a 3. Bernardinho voltou do tempo com Wallace no lugar de Vissotto, e o camisa 4 já começou bem e emendou dois pontos seguidos. O técnico também ingressou Bruninho no lugar de Marlon. O Brasil havia diminuindo a desvantagem para 10 a 12, quando Cuba emplacou três pontos seguidos (sendo um ace), e dificultou novamente a situação dos comandados por Bernardinho. Dois erros do adversário, um ataque de Lucão pelo meio e uma bola de Giba na saída da rede deixaram tudo empatado: 15 a 15. Contudo era o dia dos cubanos, que tiveram uma recuperação incrível, e ao contrário do esperado, mantiveram a confiança e voltaram a abrir quatro pontos de vantagem. O Brasil reagiu, conseguiu encostar no placar, mas, em um saque na rede, Cuba fechou o set: 25 a 23.

Uma troca de saques errados deixou o marcador empatado em 2 a 2 no início da quarta parcial. E no empate foi o momento do capitão brasileiro aparecer para fazer dois aces seguidos e colocar o Brasil à frente: 6 a 4. Mais atento em quadra e aproveitando-se dos erros cubanos, os brasileiros ampliaram a vantagem, chegando ao segundo tempo técnico com 16 a 11 em um ataque de Wallace. Com um ritmo de jogo melhor e Giba aparecendo em sequência para deixar sua marca, a Seleção Brasileira administrou a diferença no marcador e em um ataque de Murilo pela diagonal os brasileiros fecharam o set: 25 a 20.

Um bloqueio sobre Giba deu o primeiro ponto do tie-break para Cuba. O placar começou melhor para os adversários, que conseguiram abrir três pontos nos erros brasileiros. Mas o Brasil conseguiu manter a cabeça fria e em uma bola longa de seu camisa 7 a equipe empatou em 8 a 8. Os cubanos tornaram a abrir vantagem, fazendo que Bernardinho pedisse tempo para arrumar o time quando o placar apontavam 10 a 13 para os brasileiros. A reação não adiantou, e por 15 a 12 Cuba fechou a disputa por 3 sets a 2. O ponteiro Giba foi o maior pontuador pelo lado brasileiro, marcando 21 acertos, enquanto Hernandez anotou 22 vezes para Cuba.

27 de novembro de 2011

Por 3 sets a 0, Brasil derrota Argentina e segue na briga pelo título

Na cidade de Hamamatsu, Japão, a Seleção Brasileira Masculina de vôlei enfrentou a Argentina na madrugada deste domingo (27/11), em sua primeira partida da terceira fase da Copa do Mundo da modalidade. Lutando para se manter entre os três primeiros colocados e garantir uma vaga para os Jogos Olímpicos de Londres no ano que vem, os brasileiros não deixaram acontecer nenhuma surpresa como no duelo contra a China, e venceu a Argentina por 3 sets a 0, parciais de 25/22, 25/20 e 25/21.
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Com os titulares de volta após a vitória no tie-break para a China, a Seleção Brasileira entrou em quadra com Giba, Murilo, Lucão, Vissotto, Marlon e o líbero Serginho. Já a Argentina deixou de fora seu principal jogador, Facundo Conte, e começou o duelo com De Cecco, Gauna, Pereyra, Giustiniano, Solé, Quiroga e o líbero Lopez.

Logo no segundo ponto do primeiro set um disputado rali, que acabou com um ataque de Giustiniano, o setor defensivo sendo um diferencial em ambas equipes, que lutaram muito para não deixar a bola cair. Com as duas defesas encaixadas, o placar manteve-se equilibrado, até que em um ataque de Pereyra a Argentina liderava por 8 a 7 na primeira parada. Murilo apareceu bem e engrenou dois pontos e um bom saque para ajudar o Brasil a empatar no marcador, até que em uma bola vindo do fundo de Giba, o time verde e amarelo passou a frente no placar: 15 a 14. Forçando o saque, os comandados pelo técnico Bernardinho conseguiram dificultar a distribuição de passes dos hermanos, abrindo três pontos de vantagem. A Argentina demonstrou uma confiança inesperada frente aos atuais campeões da Copa do Mundo, e com paciência conseguiu empatar novamente a disputa, 22 a 22, até que Lucão acelerou no meio de rede e fechou a parcial: 25 a 22.

O Brasil impôs seu jogo desde o início do segundo set, abrindo 4 a 1 no marcador, com o capitão Giba destacando-se e descendo o braço em variações de ataque. A equipe verde e amarela foi para o primeiro tempo técnico a frente, com 8 a 6 no placar. Impulsionados pela torcida brasileira que compareceu em peso ao ginásio em Hamamatsu, a Seleção Brasileira conseguiu manter a dianteira, Vissotto tornando-se o maior pontuador da disputa e fazendo a diferença para o time. O saque brasileiro continuava encaixado, mas do outro lado da quadra estava a ótima defesa argentina, que recepcionava muito bem e bloqueava com confiança, proporcionando diversos ralis no decorrer do set. Em um ataque de Murilo na saída de rede o Brasil finalizou sua segunda parcial: 25 a 20.

Com a Seleção Brasileira podendo encerrar o jogo, os argentinos voltaram atentos para o terceiro set, que começou acirrado, mas os comandados por Bernardinho conseguiram abrir dois pontos de vantagem. Com um ótimo saque, incluindo dois aces, e Vissotto novamente sendo decisivo, os brasileiros abriram 16 a 10 em uma bola de Giba que veio do fundo para descer o braço. O bom momento do capitão da Seleção era refletido em pontos e em seu estilo solto de jogar. Com tranquilidade e o bloqueio funcionando, a equipe verde e amarela não teve dificuldades em levar a terceira parcial por 25 a 21 em um bloqueio de Sidão.

Vissotto foi eleito o melhor em quadra com 17 pontos, seguido de Giba que anotou 12 vezes. Para os hermanos, Castellani e Giustiniano foram os maiores pontuadores com 7 acertos cada um.

26 de novembro de 2011

Giro pela Copa do Mundo de vôlei

A primeira e segunda fase da disputada Copa do Mundo de vôlei, realizada no Japão, já acabou. A Seleção Brasileira termina estas duas etapas como terceiro colocado na tabela, e segue para a cidade de Hamamatsu - onde jogará na terceira fase - com 12 pontos (quatro vitórias e uma derrota). A classificação geral da Copa do Mundo até o momento é a seguinte (segundo o site da FIVB)

1 - Polônia - 13 pontos
2 - Rússia - 12 pontos
3- Brasil - 12 pontos
4 - Itália - 11 pontos
5 - Irã - 9 pontos
6 - Cuba - 9 pontos
7 - Argentina - 9 pontos
8 - Estados Unidos - 6 pontos
9 - Sérvia - 3 pontos
10 - Egito - 3 pontos
11 - Japão - 2 pontos
12 - China - 1 ponto

O canal Esporte Interativo é uma das emissoras que está realizando a transmissão dos jogos da Seleção Brasileira, e eles também produziram os compactos das partidas com os melhores lances. Bom para aqueles que não conseguiram acordar de madrugada e mesmo assim querem conferir o que rolou de melhor nas disputas.
Brasil x Egito (20/11)

Brasil x Estados Unidos (21/11)

Brasil x Itália (22/11)

Brasil x Rússia (24/11)

Brasil x China (25/11)

25 de novembro de 2011

Brasil tem dificuldades, mas bate a China por 3 sets a 2

A China assustou a Seleção Brasileira de vôlei na madrugada desta sexta-feira (25/11), e tirou um importante ponto que colocaria a equipe verde e amarela na liderança da Copa do Mundo, realizada no Japão. Os brasileiros vinham de uma bela vitória por 3 sets a 0 sobre a Rússia, enquanto os chineses não haviam vencido sequer um set no torneio, e amargavam na última colocação. Até esta sexta-feira. Bernardinho resolveu poupar alguns jogadores do intenso desgaste e entrou com Bruninho, Theo, Gustavo, Rodrigão e João Paulo Bravo, deixando dos titulares neste competição somente Murilo e Serginho. A mudança foi sensível na atuação da equipe em quadra, que demorou até engrenar na disputa, e com as boas atuações de Chen Ping pelo lado adversário, a Seleção Brasileira venceu a China por 3 sets a 2, parciais de 23/25, 25/10, 25/18, 19/25 e 15/8. Esta foi a última partida do Brasil na cidade de Kumamoto. Com o final da segunda rodada, os meninos da Seleção irão disputar a terceira em Hamamatsu.

- Nós precisávamos mexer em função das questões físicas e necessidade de descanso para alguns jogadores, além da impossibilidade de escalação do Leandro Vissotto, que teve um mal estar ontem à noite. Em momento algum isso foi por soberba - alegou o técnico Bernardinho após a disputa.
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O primeiro ponto da partida começou disputado, até que Theo afundou em quadra para deixar o Brasil a frente no jogo. Os chineses entraram muito animados em quadra e dificultaram a disputa utilizando-se de uma eficaz defesa, e em um bloqueio sobre João Paulo Bravo, eles tomara a dianteira, 3 a 2. O marcador manteve-se acirrado, e em uma bola de segunda Zhong deixou a China na liderança no primeiro tempo técnico: 8 a 7. Surpreendentemente, os asiáticos ampliaram a vantagem para três pontos, 12 a 9, fazendo Bernardinho pedir tempo e tentar acalmar a motivação dos chineses, mas os adversários seguiam na liderança no segundo tempo técnico: 16 a 11. A Seleção Brasileira acordou na reta final da parcial, e com paciência e uma boa atuação de seus centrais, buscou ponto a ponto, até que Chen, o destaque do set sendo o maior pontuador da China, atacou para fechar a parcial: 25 a 23.

A Seleção Brasileira iniciou o segundo set com mais “cara” do time que se consagrou no cenário mundial nos últimos anos. Mais atentos em quadra, os comandados pelo técnico Bernardinho abriram 3 a 0 e mantiveram esta vantagem, com João Paulo Bravo ignorando o bloqueio chinês e pontuando em ataques velozes para ajudar o Brasil a abrir 8 a 2 no marcador. Com a técnica brasileira reconhecidamente superior à adversária, com o saque forçado quebrando a recepção dos asiáticos e Bruninho levantando bem e deixando os ataques com mais liberdade para descer o braço, os chineses não tiveram muita chance de reação, e seguiam com grande desvantagem na segunda parada técnica: 16 a 9 para o Brasil. O passeio em quadra só aumentou, até que depois de um ace de Marlon e uma bola na rede da China, o Brasil levou seu primeiro set por incríveis 25 a 10.

Gustavo acelerou pelo meio para marcar o primeiro ponto da terceira parcial. O placar seguiu acirrado, até que em um erro de saque da China, o Brasil foi para a parada técnica liderando por 8 a 7. O bom saque da equipe verde e amarela voltou a ser decisivo para eles abrirem vantagem na parcial, e com muitos erros e o bloqueio chinês não sendo páreo para o forte ataque brasileiro, o Brasil fechou 25 a 18 em uma bola fora da China após um bom saque de Marlon.

As atuações consistentes da equipe americana não se repetiram na quarta parcial, e a China novamente cresceu e assustou os brasileiros. A quarta parcial começou disputada como as anteriores, mas favorável para o Brasil, que estava na dianteira por 8 a 7 na primeira parada técnica. Contudo os erros de saque e o ataque parando constantemente no bloqueio adversário reverteram o marcador a favor da China, que abriram quatro pontos de vantagem no segundo tempo técnico, 16 na 12. Com a oscilação dos brasileiros, os asiáticos só administraram a vantagem e fecharam a parcial por 25 a 19, forçando o inesperado tie-break.

O set desempate foi controlado desde o inicio pela Seleção Brasileira, que jogou como está acostumada. Bernardinho ingressou Lucão e Wallace no lugar de Gustavo e Theo, e seus comandados entrarem em quadra muito mais motivados que no set anterior. O resultado foi uma vitória por 15 a 8, que assegurou dois pontos para os brasileiros na competição. Chen Ping foi o maior pontuador da disputa com 22 acertos, e levou o prêmio de melhor jogador da partida, enquanto Murilo destacou-se pela Brasil com 19 pontos anotados.

24 de novembro de 2011

Brasil derruba a invencibilidade da Rússia

Foi inevitável não perceber o sentimento de revanche nas expressões dos jogadores da Seleção Brasileira Masculina de vôlei na madrugada desta quinta-feira (24/11). Na primeira partida válida pela segunda rodada da Copa do Mundo, realizada no Japão, o Brasil enfrentou, agora na cidade de Kumamoto, a Rússia, algoz da Seleção comandada pelo técnico Bernardinho na última Liga Mundial. Os europeus até o momento estavam invictos no torneio, enquanto os brasileiros haviam sofrido com a derrota para a Itália na última partida. Contudo ao contrário do que se imaginava, os russos entraram em quadra para presenciar uma aula de vôlei brasileiro, tamanha tranquilidade e confiança com que os jogadores atuaram. O resultado foi uma vitória consistente por 3 sets a 0, parciais de 25/16, 25/19 e 25/22. Com a derrota dos russos e da Polônia para o Irã, nenhuma equipe tem 100% de aproveitamento na Copa do Mundo.
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Na passagem de Giba pelo saque o Brasil conseguiu abrir 4 a 1, adquirindo confiança para impor seu jogo sobre os russos, que não facilitou e forçou O capitão da Seleção Brasileira mandou uma bola de saída para levar o time ao primeiro tempo técnico liderando por 8 a 6. O decorrer da parcial seguiu equilibrado, pelo lado do Brasil, Marlon acionando os centrais em bolas rápidas pelo meio, e Giba, que apareceu motivado no início do set, marcado constantemente pelos russos. Uma bola polêmica da Rússia que bateu na antena e a arbitragem inicialmente marcou ponto dos europeus, esquentou ainda mais os ânimos dos brasileiros, que claramente demonstravam muita concentração em quadra. Com a equipe verde e amarela defendendo bem e com um saque encaixado, o Brasil manteve-se na dianteira, até que a Rússia desconcentrou por completo na reta final do set. Cometendo erros e não conseguindo encontrar espaços na defesa adversária, Mykhaylov mandou uma bola na antena e fechou o set, 25 a 16 e uma aula de vôlei da Seleção Brasileira.

A Rússia conseguiu esquecer a lavada que levou e voltou melhor para a segunda parcial, e foi ao primeiro tempo técnico com vantagem, 8 a 7. Contudo a técnica brasileira continuou melhor em quadra, e explorando bem as deficiências do adversário, os comandados por Bernardinho souberam reverter o marcador e adquirir vantagem, até que um saque na rede de Tetyukhin deixou a Seleção Brasileira à frente na segunda parada técnica por 16 a 13. O técnico da Rússia, Alekno Vladimir, realizou substituições no seu time, os europeus engrenaram uma reação, diminuindo o placar de 21 a 16 para 21 a 18. Um bloqueio de Lucão seguido por um bloqueio simples de Giba deram a vitória na segunda parcial por 25 a 19.

Tetyukhin começou sacando pela Rússia e abriu o terceiro set fazendo dois pontos seguidos de saque. Os europeus seguiram com a tática de marcar Giba para tentar anular o ponteiro, e o equilíbrio foi novamente a tônica do inicio desta parcial, com as duas equipes forçando muito o saque, até que um erro no fundamento de Vissotto deixou a Rússia a frente no marcador: 8 a 7. Com os ponteiros brasileiros se destacando e um ace de Lucão, o Brasil passou a frente no placar, 10 a 9. Na ótima passagem de Murilo no saque (o ponteiro fez inclusive um ace), a equipe verde e amarela conseguiu abrir vantagem e liderada por 16 a 12 no segundo tempo técnico. O camisa 8 da Seleção Brasileira seguiu sendo um diferencial no finalzinho da disputa, sabendo escolher com inteligência qual a opção de atacar entre largadinhas e forçados. Muito melhor em quadra que a Rússia, o capitão brasileiro finalizou a disputa em um ataque pela saída, sem chances para o bloqueio. 25 a 22 e incríveis 3 sets a 0.

O líbero Serginho, que realizou inúmeras defesas complicadas durante a disputa, foi eleito o melhor jogador da partida. Murilo foi o maior pontuador pelo lado brasileiro, com 12 acertos, seguido de Giba, que marcou 10 vezes. Tetyukhin anotou 14 no total para a Rússia.

22 de novembro de 2011

Contra antigos rivais, Brasil sofre sua primeira derrota

A madrugada desta terça-feira (22/11) não foi a melhor para Seleção Brasileira Masculina de vôlei. A equipe comandada pelo técnico Bernardinho enfrentou a Itália em partida válida pelo Grupo B da Copa do Mundo, e com o histórico de domínio sobre os europeus nos últimos anos, o Brasil entrou em quadra como o favorito para vencer esta disputa marcada pela rivalidade. Porém aconteceu o contrário. Em mais de duas horas de bola no ar, os adversários não se intimidaram, ignoraram a superioridade brasileira e estabeleceram seu ritmo de jogo frente aos atuais campeões da competição realizada no Japão. A Seleção Brasileira sentiu o desgaste da difícil partida contra os Estados Unidos no dia anterior, mostrou força de vontade para reverter o marcador em diversos momentos, contudo os vários “apagões” e o bom setor defensivo dos europeus fizeram com que os brasileiros sofressem seu primeiro revés no torneio, perdendo por 2 sets a 3 para os italianos, parciais de 16/25, 25/20, 25/18, 21/25 e 20/22.

No ginásio Kagoshima Arena, uma bola rápida de Sidão pelo meio deu o primeiro ponto da partida para o Brasil. A Itália iniciou demonstrando uma ótima defesa que parou o ataque brasileiro e ajudou os adversários a abrir três pontos de vantagem: 6 a 3. Com um ótimo bloqueio e aproveitando-se da passagem de Zaytsev pelo saque, o jogador acertou três incríveis saques, e o Brasil perdia por 10 a 6 quando Bernardinho pediu tempo. A equipe verde e amarela só conseguiu rodar em quadra novamente em um ataque de Vissotto, fazendo 7 a 12. Os gritos do brasileiro foram aumentando no decorrer do set com o volume de jogo italiano seguindo superior. Bernardinho ingressou Théo e Bruninho no lugar de Marlon e Vissotto, mas a Seleção Brasileira não conseguiu engrenar uma reação, e com uma atuação incrível, os italianos fecharam o “passeio” em quadra por 25 a 16 em um ataque de Zaytsev pela saída.

Vissotto encarou o bloqueio italiano para marcar seu primeiro ponto de ataque no segundo set. A disputa começou acirrada, com as duas equipes forçando muito o saque e cedendo erros para o adversário. Mais atentos em quadra e motivados a esquecer a primeira parcial, a Seleção Brasileira engrenou uma boa sequência de saques e Vissotto apareceu com consistência para ajudar na virada. Uma bola de segunda de Marlon levou o Brasil à primeira parada técnica, onde lideravam por 8 a 4. Com somente um ponto no primeiro set, Giba apareceu mais para ajudar não somente no ataque, mas também para realizar difíceis defesas. Os brasileiros conseguiram manter um bom ritmo de jogo, o bloqueio italiano não foi ser tão eficaz como no primeiro set, o que auxiliou a equipe verde e amarela a manter sua vantagem e continuar na dianteira no segundo tempo técnico: 16 a 13. O final da parcial foi de muita tensão e provocação do lado italiano, mas em uma bola fora dos europeus o Brasil conquistou sua primeira parcial: 25 a 20.

Murilo, que teve atuações apagadas nos dois primeiros sets, iniciou a terceira parcial marcando dois pontos de ataque e mandando um ótimo saque para a quadra italiana, que resultou em ponto brasileiro. O placar começou equilibrado, até que dois bloqueios sobre Vissotto deixaram a Itália à frente no primeiro tempo técnico, 8 a 6. Com paciência e explorando a técnica de seus jogadores, especialmente Murilo que se destacou em uma sequência de acertos, os brasileiros reverteram o marcador a seu favor, 11 a 8, fazendo o técnico italiano pedir tempo. Como um digno capitão, Giba chamou a responsabilidade, aproveitou os levantamentos de Bruninho, e ajudou a Seleção Brasileira a abrir 20 a 15 no marcador. Murilo foi para o saque, soltou uma bomba para a quadra italiana, e sem conseguir defender, os europeus mandaram para fora: 25 a 18 para o Brasil.

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(A disputa teve vários momentos polêmicos em relação a arbitragem, e, claro, de muita catimba também)

A Itália abriu 5 a 2 no começo da quarta parcial, fazendo o técnico Bernardinho pedir tempo e dar algumas “broncas” em seus comandados. Na passagem de Murilo pelo saque, os brasileiros conseguiram diminuir a desvantagem, empatar em uma bola de segunda de Giba após uma defesa espetacular de Serginho, e passar a frente em um ace de Murilo. Mas Mastrangelo não iria facilitar a partida, e soltou o braço no meio do bloqueio brasileiro para deixar a Itália na liderança por 8 a 7. Com o saque italiano implacável e o Brasil cometendo muitos erros, os europeus conseguiram ampliar sua vantagem para quatro pontos, 14 a 10. Atrás no placar, foi o momento da garra brasileira falar mais alto, e com paciência a Seleção Brasileira buscou a reação, e na ótima passagem de Sidão pelo saque, Giba apareceu no ataque e colocou no chão para empatar a disputa: 17 a 17. O decorrer da parcial seguiu equilibrado, até que no finalzinho a Itália conseguiu passar a frente e uma bola fora brasileira e finalizou a parcial, 25 a 21, empatando a disputa.

O tie-break iniciou com um ataque de Murilo pela paralela, mas logo Mastrangelo respondeu afundando uma pelo meio. Um disputadíssimo rali, que terminou em um ataque de Lasko, colocou a Itália na dianteira: 3 a 2. Um toque de rede dos europeus assinalado pelo árbitro esquentou ainda mais os ânimos em quadra, e por reclamação a Itália ganhou um cartão amarelo, deixando o Brasil na dianteira por 5 a 4. O placar seguiu ponto a ponto, o set desempate foi uma troca de match points, até que em um ace a Itália fechou a parcial, 22 a 20, fazendo 3 sets a 2.

Lasko foi o grande nome da partida, tendo feito para a Itália nada menos que 27 pontos. No lado verde e amarelo da quadra, Sidão foi o maior pontuador com 17 acertos, seguido por Vissotto com 16 e Giba com 14. Com esta primeira derrota, a Seleção Brasileira ganha 1 ponto na competição, enquanto a Itália leva 2. A próxima disputa do Brasil será contra a Rússia na madrugada de quinta-feira.

21 de novembro de 2011

Mostrando um jogo consistente, Brasil vence os Estados Unidos

A Seleção Brasileira Masculina voltou à quadra na madrugada desta segunda feira (21/11) para enfrentar seu segundo adversário na Copa do Mundo de vôlei, os Estados Unidos. O confronto entre os conhecidos rivais foi válido pelo Grupo B do torneio, e como acontece em toda partida entre as duas equipes que decidiram a final das Olímpiadas de Pequim em 2008, a disputa foi cercada de tensão, contudo com um marcador mais largo que o esperado, e favoravelmente para o Brasil. Em menos de duas horas de jogo, os comandados por Bernardinho venceram a disputa por 3 sets a 1, parciais de 25/17, 25/18, 16/25 e 25/16.

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Priddy desviou do bloqueio brasileiro para inaugurar o marcador no Kagoshima Arena. Uma troca de saques errados das seleções deixou o placar empatado em 2 a 2, e o equilibro seguiu durante o decorrer do primeiro set, até que um ataque de Vissotto deixou o Brasil à frente no primeiro tempo técnico: 8 a 7. Os erros de saque continuaram, com as duas equipes forçando muito para tentar dificultar a recepção adversária, contudo a Seleção Brasileira conseguiu impor-se melhor em quadra, e aproveitando-se do saque e do bloqueio, conseguiu abrir dois pontos de vantagem na segunda parada, 16 a 14. O bom ritmo dos comandados pelo técnico Bernardinho continuou, e uma inesperada vantagem de cinco pontos no placar, em um jogo tão complicado, ilustrava o momento favorável. O bloqueio brasileiro foi decisivo para finalizar o set, tendo a Seleção feito dois dos últimos cinco pontos usando o fundamento. Com mais tranquilidade que o esperado, o Brasil venceu a primeira parcial por 25 a 17.

Priddy, novamente, abriu o placar para os norte-americanos no segundo set, mas Murilo, vindo pelo fundo, surgiu para igualar tudo em 1 a 1. Um ataque de Vissotto exploando o bloqueio e uma bola considerada fora de Priddy colocou o Brasil dois pontos à frente: 4 a 2. Os Estados Unidos não deixaram os adversários deslanchar no marcador, e em um ataque de Sidão que foi para fora, igualaram o placar em 7 a 7. Com a disputa acirrada, foi a vez dos talentos individuais se destacar, como o de Vissotto pelo lado verde e amarelo, virando com precisão as bolas e tendo uma ótima passagem pelo saque, ajudando o Brasil a abrir 13 a 10, o que fez o técnico norte-americano pedir tempo. Mesmo realizando substituições, os Estados Unidos não conseguiu fazer frente ao volume de jogo brasileiro, e com Giba sendo decisivo nos momentos finais e engrenando uma boa sequência de pontos, a Seleção Brasileira finalizou a segunda parcial em um ace de Vissotto: 25 a 18.

Os norte-americanos entraram para o terceiro set decididos a reverter o mau resultado das parciais anteriores. Mais vibrantes e atentos aos contra-ataques, os Estados Unidos errou pouco e conquistou três pontos de vantagem, 7 a 4, fazendo o técnico Bernardinho pedir tempo e procurar acalmar seu time. Porém a "síndrome do terceiro set" rondor os brasileiros, que viram a vantagem adversária aumentar, e com isso a desatenção da equipe verde e amarela cresceu, cometendo inúmeros erros, deixando os norte-americanos abrir 18 a 11. A Seleção Brasileira tentou reverter o resultado, mas a diferença de pontos e a qualidade de Anderson, tanto no ataque como no saque, deram o set para os Estados Unidos: 25 a 16.

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O bloqueio norte-americano dificultou o jogo brasileiro no início da quarta parcial, parando duas vezes o ataque verde e amarelo, deixando os Estados Unidos fazer 3 a 1. Contudo com mais tranquilidade e aplicando bem a técnica das duas primeiras parciais, a Seleção Brasileira buscou a desvantagem e em um bloqueio triplo sobre Anderson deixaram tudo empatado: 4 a 4. Sidão marcou duas vezes seguidas para deixar a equipe verde e amarela na dianteira na primeira parada técnica: 8 a 6. Administrando a vantagem e com uma boa participação de Lucão e o bloqueio brasileiro funcionando de forma eficaz, a equipe verde e amarela engrenou e abriu cinco pontos de vantagem, liderando na segunda parada obrigatória por 16 a 10 após, novamente, parar Anderson no bloqueio. Com a cômoda vantagem e a defesa encaixada, a Seleção Brasileira finalizou a parcial por 25 a 16 em um bloqueio de Sidão, vencendo a disputa por 3 sets a 1. Lucão foi eleito o melhor jogador da disputa após ter marcado 16 acertos, enquanto Vissotto anotou 18 vezes.

20 de novembro de 2011

Tabela da Copa do Mundo de vôlei

A Copa do Mundo de vôlei está acontecendo no Japão entre os dias 20 de novembro e 4 de dezembro. Os três primeiros classificados no torneio terão uma vaga garantida para os Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem; o restante das Seleções passarão por pré-olímpicos. Visando conquistar esta vaga para as Olimpíadas, a Seleção Brasileira Masculina entrará em quadra em onze oportunidades no decorrer de 14 dias. Abaixo segue a relação de jogos da equipe comandada pelo técnico Bernardinho, assim todos podem ir ajustando os despertadores para acordar durante as madrugadas e torcer pela nossa vitoriosa Seleção Brasileira.

1ª Fase:
  • 20.11 - Brasil x Egito (Kagoshima) - 7h20
  • 21.11 - Brasil x Estados Unidos (Kagoshima) - 4h
  • 22.11 - Brasil x Itália (Kagoshima) - 4h
2ª Fase:
  • 24.11 - Brasil x Rússia (Kumamoto) - 4h
  • 25.11 - Brasil x China (Kumamoto) - 4h
3ª Fase:
  • 27.11 - Brasil x Argentina (Hamamatsu) - 4h
  • 28.11 - Brasil x Cuba (Hamamatsu) - 4h
  • 29.11 - Brasil x Sérvia (Hamamatsu) - 7h20
4ª Fase:
  • 02.12 - Brasil x Irã (Tóquio) - 0h
  • 03.12 - Brasil x Polônia (Tóquio) - 4h
  • 04.12 - Brasil x Japão (Tóquio) - 7h20
E algumas fotos dos treinamentos da Seleção Brasileira quando eles ainda estavam no CT em Saquarema:
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Brasil bate Egito em sua estreia na Copa do Mundo

A Seleção Brasileira Masculina de vôlei continuou na manhã deste domingo (20/11) seu caminho rumo às Olimpíadas de Londres em 2012. O primeiro passo foi alcançado em setembro: a conquista do Sul-Americano da modalidade e, consequentemente, a vaga para a Copa do Mundo, realizada no Japão e que garante as três melhores equipes do curto torneio um carimbo direto para Londres.

O segundo passo veio em sua estreia na Copa do Mundo, onde a Seleção Brasileira enfrentou o Egito na busca pelo tricampeonato na competição em partida válida pelo Grupo B. Como esperado, o favoritismo entrou em quadra junto aos meninos da Seleção, que vieram para este torneio como o adversário a ser batido, uma vez que seguem ocupando o primeiro lugar no ranking da FIVB. Frente a um adversário inferior, os brasileiros fizeram bonito e venceram por 3 sets a 0 a Seleção do Egito, parciais de 25/19, 25/13 e 25/19. O próximo jogo do Brasil será contra os Estados Unidos, na madrugada do dia 21.
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Com o saque forçado de Sidão, o Brasil iniciou o primeiro set abrindo 3 a 0 no marcador. Os egípcios não ofereceram muitas dificuldades a experiente equipe brasileira, que em um ataque vindo de fundo de Dante foi para a primeira parada técnica liderando: 8 a 5. A equipe verde e amarela continuou ditando o ritmo da partida, administrando sua vantagem com técnica e aproveitando-se das variações de jogadas para dificultar a defesa do Egito, que não conseguia parar os ataques e viu o adversário abrir seis pontos de vantagem no segundo tempo técnico. O Egito tentava uma reação comandada por seu maior pontuador, Abedlhay (o egípcio acertou sete vezes no set), mas em um ponto de bloqueio de Murilo, o Brasil fechou a primeira parcial com tranquilidade: 25 a 19.

Um erro de saque de Sidão deu o primeiro ponto do segundo set para os adversários, que ampliaram em um bloqueio duplo sobre Lucão. O Brasil seguiu atrás no marcador, até que em um ace de Marlon virou o placar e Sidão apareceu para marcar dois pontos seguidos, voltando a liderar na primeira parada por 8 a 5. A boa defesa brasileira parou o Egito em quadra, que só voltou a rodar em quadra após um ataque de seu bom camisa 4, Abedlhay. Um desconforto de Dante trouxe Giba em quadra para a alegria da torcida, e o capitão já começou pontuando, descendo o braço e marcando 14 a 6 para o Brasil. O passeio em quadra continuou, e em um ataque de fundo de Giba e um bloqueio de Sidão, o Brasil fechou a segunda parcial: 25 a 13.

O Egito voltou melhor em quadra para o terceiro set, e com problemas de bloqueio, o Brasil perdia por 3 a 1. A equipe verde e amarela empatou em um erro adversário, 4 a 4, e teve a chance de virar após uma defesa espetacular de Giba, que foi buscar a bola no fundo da quadra, contudo o contra-ataque saiu mal e o ponto acabou sendo dos egípcios. Outra baixa aconteceu logo depois, desta vez com Marlon, que sentir dores na perna e cedeu lugar a Bruninho, preocupando o técnico, que via a parcial seguir equilibrada até o capitão brasileiro aparecer para atacar pelo meio após um levantamento de Serginho: 8 a 7. O Egito seguiu oferecendo mais resistência e defendendo melhor que nos sets anteriores, aproveitando-se também dos erros adversários. Os brasileiros conseguiram passar a frente somente no segundo tempo técnico, 16 a 14, e após a parada, os comandados por Bernardinho voltaram mais atentos em quadra e deslancharam no marcador, finalizando a parcial por 25 a 19 em um ataque de Giba pela diagonal, vencendo a disputa por 3 sets a 0. O ponteiro Murilo foi eleito o melhor jogador a partida, após marcar 13 acertos.