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20 de fevereiro de 2012

Caindo no samba fora de quadra

Nem irei explicar muito sobre o vídeo abaixo se não vai perder a graça, só vou dizer que é uma matéria feita pela RBS Esportes de Santa Catarina, que inclui o jogador de vôlei Bruninho e umas passistas pra lá de descontraídas.



"Muuuuita chance, uuuh até demais!" Por isso eu adoro Carnaval, o pessoal perde a vergonha e sai umas pérolas dessas.

12 de fevereiro de 2012

O vôlei em Londres



Pelo equilíbrio e o alto nível que as seleções apresentaram na última Copa do Mundo e Liga Mundial, dá para ter uma ideia de como a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos será intensamente disputada nessa modalidade. Vale ir torcendo desde agora para que os resultados de 2004 se repitam.


11 de fevereiro de 2012

Mais uma da série "Giba e sua cirurgia"

Desta vez a matéria sobre a primeira cirurgia da carreira do capitão Giba foi uma reportagem feita pela Record, gravada com o jogador de vôlei em seu novo habitat natural, Florianópolis. Diferente das outras matérias, essa não fala somente da lesão do camisa 7 e sim também de sua aposentadoria, de uma futura (BEM futura) aposentadoria do técnico Bernardinho e sobre o levantador Ricardinho. E foi a primeira vez em várias entrevistas que eu vi do Giba que ele chamar o outro jogador de "Gênio mais louco que já viu". Não sei vocês, mas eu achei interessante o modo dele se referir ao Ricardinho, parece que aquele "gelo" está se quebrando cada vez mais agora que ambos atuam no Brasil.



Enquanto está se recuperando, nosso camisa 7 realiza todo tipo de trabalho extra-quadra para ajudar a equipe Cimed/Sky. Muito luxo um clube que disponibiliza de um Giba para ficar distribuindo as bolas aos outros jogadores.

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7 de fevereiro de 2012

Espacinho para o narcisismo

Aquele momento em que você consegue finalmente tirar uma foto com um ídolo do esporte e começa a divulgar ela por todas suas redes sociais. Essa sou eu com o ex-jogador de vôlei Paulão, campeão olímpico com a incrível Geração de Ouro que conquistou Barcelona em 1992, atualmente técnico da equipe Apav/Canoas. Sorrisão no rosto e uma disparidade absurda de altura. Bem, eu nunca quis ser jogadora de vôlei mesmo...

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5 de fevereiro de 2012

Tweet da Semana: @nalbert12

Tudo começou neste sábado, quando o locutor da Rede Globo, Luiz Carlos Jr, publicou em seu Twitter essa ilustre foto dos ex-jogadores de vôlei e agora comentaristas, Nalbert e Leila.

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Tudo muito bonito, a Leila, como sempre, sambando na cara das pessoas com a sua beleza, o Nalbert quase dormindo em pé, o que é compreensível, porque a foto foi tirada de manhã... Enfim, um momento de trabalho normal registrado e publicado na rede social. Seria algo costumeiro se o jogador Gustavo Endres não aparecesse para meter o pitaco, mas acredito que todos que seguem o central da Cimed/Sky no Twitter já estão mais do que acostumados com o bom humor do campeão olímpico.

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Nalbert, que iria comentar a partida entre Cimed/Sky contra BMG/Montes Claros, tratou logo de disseminar o terror em seu Twitter, porque ser comparado fisicamente com o jogador Guiñazu, do Internacional, é golpe baixo.

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(Lindeza esse Guiñazu)

Dai eu fiquei pensando se o capitão Nalbert já havia se aventurado pelos campos e fui procurar no Youtube algum registro dele trocando as mãos pelos pés. Infelizmente não achei, mas segundo o relato dele próprio, ele já jogou até mesmo junto ao Romário, com direito a gol de bico e tudo.



Precisando Inter é só chamar, que ao menos pinta de boleiro o Nalbert já tem e habilidade esportiva todo mundo sabe que não falta.
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Amontoado de notícias: Cimed/Sky

A Cimed/Sky não é conhecido como "time de virada" por nada. A equipe de vôlei de Florianópolis está acostumada a alcançar seus objetivos muitas vezes após enfrentar um revés. E nessa atual temporada da Superliga não está sendo diferente, a Cimed iniciou a competição com três dos seus principais jogadores desgastados fisicamente devido a Copa do Mundo em que atuaram com a Seleção Brasileira. Bruninho, Gustavo e Giba não estavam em perfeita forma física para jogar a Superliga, e agora já em Janeiro, somente o capitão e levantador da equipe é titular do time. Gustavo está retornando aos poucos e o ponteiro já é um caso mais complicado.

Giba está com uma fratura por estresse na parte esquerda, até o momento o atleta vinha tratando a lesão com fisioterapia, contudo o resultado obtido não foi o esperado e o capitão da Seleção terá que passar por uma cirurgia, a primeira de sua carreira. Então nada de Giba na Superliga desta temporada, uma vez que o capitão precisa estar preparado para jogar a Liga Mundial e, principalmente, os Jogos Olímpicos de Londres em julho. É mais fácil entender o caso com o próprio camisa 7 falando:



Dois meses de recuperação, logo os fãs de vôlei terão que esperar um pouquinho mais para ver nosso Giba estreiar oficialmente com a camisa da Cimed.



Apesar da ausência no elenco titular de Giba e Gustavo, a equipe catarinense vai muito bem e é nada menos que o líder da Superliga A com 31 pontos, tendo se firmado na dianteira após vencer em casa o BMG/Montes Claros nesse sábado (05/02) por 3 sets a 1. A Rede Globo, em um ato de compaixão com os torcedores do esporte que não tem TV por assinatura, resolveu transmitir a disputa ao vivo, algo que poderia ser repetido mais vezes já que o vôlei demonstrou que tem sim muito público para assistir seus jogos.

A Vipcomm fez um compacto da partida super bacana, pois está sem narração, portanto dá para ouvir o som ambiente da torcida fazendo a festa:



E já que Gustavo e Giba ainda não deram as caras em quadra pela Cimed, ao menos a gente pode ver eles nos comerciais da Sky, como neste abaixo que não sei se já está passando na televisão de outros estados, mas aqui no Rio Grande do Sul só consegui ver pelo Youtube mesmo. Comercial muito bem criado e, ao menos para mim, proporcionou umas boas risadas com as expressões dos jogadores.


3 de fevereiro de 2012

Superliga B - Apav/Canoas x Santo André

Aproveitei a folga na última quarta-feira para ir ao Ginásio Poliesportivo La Salle, em Canoas - RS, assistir a equipe masculina de vôlei Apav/Canoas que participa da Superliga B. O time vinha de um começo impecável na competição que dará ao ganhador no final a tão oportuna vaga na Superliga A, elite do esporte nacional. Mas antes de começar um relato sobre como foi a partida, vamos a uma rápida explicação de como funciona a “série B” do vôlei nacional. Segundo a CBV:

Ao todo, oito times começarão a luta pelo título a partir de janeiro. A competição ocorrerá em paralelo à primeira divisão e classificará o campeão para a Superliga A na temporada 12/13. Os times estarão divididos em dois grupos. Na chave A, estarão: Funvic/Midiafone, Morro da Fumaça, Sport Clube do Recife e UFC/Ceará. Santo André, Climed/Atibaia, APAV/Canoas e Clube do Remo formam a chave B.

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(O Canoas é a equipe de camisas pretas, enquanto o Santo André estava de azul)

Explicações feitas, voltamos à equipe da minha cidade rio-grandense. Para a alegria dos gaúchos, Canoas venceu os três primeiros jogos que realizou por 3 sets a 0, conseguindo assim a liderança do grupo B com 9 pontos. Os torcedores esperavam uma atuação ainda melhor da equipe jogando em casa, mas o que aconteceu não foi de encontro a essas expectativas. Por 3 sets a 2, o visitante Santo André foi o algoz do primeiro revés de Canoas, que em frente a sua torcida apresentou um jogo inconstante e em várias vezes até mesmo desistente.

Para um evento pouco divulgado, até que um número bom de torcedores foram no Ginásio La Salle, a maioria pessoas de mais idade acostumadas com o bom histórico do vôlei gaúcho, que nos últimos anos infelizmente decaiu muito. Cheguei cedo e decidi sentar bem no meio das arquibancadas, tendo uma visão boa dos dois lados da quadra. O problema é que mais torcedores pensaram a mesma coisa, e meus companheiros foram justamente às pessoas que mais berraram durante a disputa. Tudo bem, afinal assistir esportes é para se descabelar mesmo, mas a situação fica chata quando você está no quarto set e o repertório de xingamentos das pessoas é tão escasso quanto a minha paciência. Mas vá lá, a gente ignora e segue a barca.

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Canoas iniciou melhor na partida, abriu 3 a 1 no começo do primeiro set, mas logo depois deixou o Santo André virar 4 a 3 no marcador, dando uma amostra de como seria a disputa. Os visitantes se mantiveram na frente durante toda a parcial, vencendo a mesma por 25 a 22. O segundo set teve mais a cara daquela equipe que venceu uma sequência de três jogos, um dos mais experientes da equipe, o oposto Xanxa, apareceu bem para ajudar o time a abrir vantagem e fechar a segunda parcial com folga: 25 a 19.

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No terceiro set novamente a equipe gaúcha decaiu, após apresentar um jogo consistente no inicio, abrindo 16 a 13 no segundo tempo técnico, deixou os visitantes empatarem e a parcial se arrastou para mais de 30 pontos. Forçando muito no ataque, as duas equipes cederam erros e apostaram mais no seu poder ofensivo que em outros fundamentos. O resultado foi uma longa troca de pontos até que finalmente os visitantes levaram a melhor: 33 a 31.

Canoas aproveitou-se dos erros adversários para conseguir virar o quarto set, onde perdiam por 5 a 8 na primeira parada técnica e acabaram finalizando por 25 a 20, levando a decisão da partida para o tie-break. No set desempate, novamente um começo equilibrado até que os donos da casa tiveram outro “apagão”, deixando o Santo André adquirir vantagem e vencer a parcial por 15 a 11, ganhando a disputa por 3 sets a 2.

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Números a parte, vou dar meu pitaco sobre o Canoas, porque como fã de vôlei estou praticamente em desespero para que a equipe ganhe e conquiste o acesso a Superliga A. O grupo em si é bom, formado mais por jogadores experientes enquanto os novos aquecem o banco na maioria do tempo. É compreensível, porque o time foi arrumado às pressas e isso fica muito visível no desencontro deles em quadra. Não poucas vezes dois jogadores se movimentaram para salvar a mesma bola e nenhum deles foi de fato porque faltou comunicação. Muitos pontos importantes foram perdidos pela falta de um “Ei, é minha!” em quadra.

Outra coisa que senti uma falta imensa era de um líder. Roberto Minuzzi é o capitão da equipe, mas sinceramente não senti que ele levantava os ânimos de seus companheiros, carregou o time nas costas em muitos momentos, mas no fator incentivo nenhum dos atletas se destaca. E o Canoas precisou em muitas situações de um líder que alavancasse o melhor dos jogadores. Faltava comemoração em grupo, uns berros e aqueles típicos palavrões que estamos acostumados. Além disso, a desistência dos atletas em buscar uma bola mais longe ou se atirar em quadra para salvar um ataque era desanimador para o público. São quesitos mais para o técnico Paulão, campeão olímpico pela Seleção Brasileira, arrumar fora de quadra com motivação do que propriamente nos treinamentos.

E para não dizerem que não falei nada de positivo, o Canoas novamente demonstrou um bom desempenho, dessa vez contra o Clube do Remo/AABB nessa sexta-feira, derrotando os visitantes por 3 sets a 0, parciais de 29/27, 25/12 e 25/22. Com o resultado, os donos da casa continuam na liderança da chave B com 13 pontos, seguido do Santo André com onze e pelo Climed/Atibaia, 4 pontos, e Clube do Remo/AABB na lanterninha com dois.

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(Esta sou eu suada e sorrindo provavelmente em um dos bons momentos do Canoas. Créditos das fotos a minha amiga Carolina)

24 de dezembro de 2011

Parabéns, Capitão!

Queria ter terminado este desenho a tempo para comemorar o aniversário do Giba que foi ontem, mas infelizmente não deu tempo (culpa do Illustrator que trancou a cada hora). Mas como dizem, antes tarde do que nunca.
Capitão Giba

23 de dezembro de 2011

Dia do capitão apagar as velhinhas

Hoje é uma data daqueles que os fãs do esporte nacional agradecem por existir no calendário, é o aniversário de um dos maiores ídolos do vôlei brasileiro. Neste dia 23 de dezembro, Gilberto Amauri de Godoy Filho, ou simplesmente Giba como é mundialmente conhecido, completou 35 anos, e contrariando as expectativas como fez durante toda sua vida, o jogador de vôlei chega a maturidade com a experiência de um campeão e fôlego de um garoto.

Tal como um herói desses que acompanham as estórias infantis, Giba enfrentou obstáculos desde criança, começando pela luta que teve contra a leucemia quando sequer tinha completado um ano de idade, passando por problemas familiares e o conhecido episódio onde foi pego no exame antidoping, o jogador não baixou a cabeça onde muitos teriam desistido. Porque guerreiros não desistem nunca, e o atual capitão da Seleção Brasileira de vôlei parece levar ao pé da letra o ditado adotado pela equipe comandada por Bernardinho: “Matar um leão por dia”.

Sem espadas, escudos ou qualquer desses suportes que os heróis usam nas estórias, Giba está acostumado a derrotas os “leões” que aparecem em seu caminho com suas próprias mãos e sabedoria, sejam eles adversários em quadra ou problemas que a vida impõe. E foi assim, com a força típica daqueles que nasceram para triunfar, que Giba conquistou seus fãs, não somente pelo seu talento, mas essencialmente pela simplicidade. Não basta ser o capitão da seleção de vôlei mais vitoriosa dos últimos tempos se seu carisma não contagia aqueles que dedicam suas atenções e emoções ao esporte, e o camisa 7 da Seleção Brasileira sabe como poucos liderar, não somente seus companheiros em quadra, mas todos os torcedores que prestigiam o esporte.

Aos 35 anos, Giba continua sendo tão decisivo em quadra como foi nas Olimpíadas de Atenas em 2004, auge de sua carreira, quando o Brasil conquistou a medalha de ouro e ele foi eleito o melhor jogador da competição. Muito mais do que contribuir com experiência nas partidas, não raras vezes o camisa 7 chama a responsabilidade para si e quando vê que a situação está difícil, bate no peito como que dizendo “manda para mim que eu viro!”. Dito e feito, afinal um digno capitão sempre cumpre com a sua palavra.

Pensei em escrever um daqueles típicos textos biográficos, mas deixei meu lado de torcedora e fã de carteirinha falar mais alto. Por isso, invés de postar aqui fotos do lado atleta de Giba, resolvi mostrar um pouco o lado mais rotineiro dele que nem todos tem acesso. A maioria das fotos abaixo foram publicadas no Twitter oficial do jogador, portanto créditos a ele próprio.

Giba e sua esposa, que também jogava vôlei, Cristina Pirv
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A primeira filha do casal, Nicoll
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O caçula Patrick (com os genes dos pais um dos dois filhos necessita obrigatoriamente seguir no vôlei)
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Giba e um celular do Pato Donald (?)
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Grande estilo no preparo de ovos mexidos
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Com o também jogador Gustavo. Estes dois são tão velhos conhecidos que não sei como não se enjoaram ainda.
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Giba, Dante e Bruninho com o cantor Gustavo Lima numa pose... é.
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18 de dezembro de 2011

SESI assume a ponta na 3ª rodada da Superliga de vôlei

A terceira rodada da Superliga masculina de vôlei trouxe mudanças na classificação geral do campeonato, além de quebrar a invencibilidade de alguns times e dar a primeira vitória a outros. No geral, a rodada não favoreceu os times da casa, e salvo o atual campeão da competição nacional, nenhuma equipe que jogou em seus domínios venceu o adversário. Começando pelo SESI-SP que assumiu a ponta da tabela após vencer com tranquilidade o UFJF fora de casa por 3 sets a 0 (25/18, 25/20 e 25/18).
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(A equipe Sada Cruzeiro foi uma das que levou a melhor jogando fora de casa e conquistou os pontos da rodada)

O RJX, afastou as duas derrotas anteriores e conquistou sua primeira vitória na competição nacional. Jogando contra a também carioca Volta Redonda, o time que conta com nomes de peso como Lucão, Dante e Marlon, derrotou os adversários após iniciar a disputa atrás no marcador. Comandados por Lucão que foi o maior pontuador da disputa com 22 acertos, o RJX reverteu o mau início e venceu por 3 sets a 2, parciais de 23/25, 21/25, 25/16, 31/29 e 20/18, conquistando seus dois primeiros pontos na Superliga.

A boa sequência de vitórias do BMG/Montes Claros foi interrompida pela Cimed/Sky, que visitou o ginásio Tancredo Neves e estragou a festa da torcida mineira ao vencer os donos da casa por 3 sets a 0 (25/18, 26/24 e 26/24). O time de Florianópolis segue com total aproveitamento na Superliga, ocupando a quarta colocação com oito pontos até o momento.

Abaixo os resultados de todos os jogos da terceira rodada:
  • UFJF 0 x 3 SESI-SP (18/25, 20/25 e 18/25)
  • Volta Redonda 2 x 3 RJX (23/25, 21/25, 25/16, 31/29 e 20/18)
  • BMG/São Bernardo 0 x 3 Sada Cruzeiro (21/25, 22/25 e 23/25)
  • Londrina/Sercomtel 1 x 3 Vôlei Futuro (21/25, 18/25, 25/22 e 23/25)
  • Medley/Campinas 0 x 3 Vivo/Minas (23/25, 22/25 e 20/25)
  • BMG/Montes Claros 0 x 3 Cimed/Sky (18/25, 24/26 e 24/26)
O canal Esporte Interativo produziu o compacto do duelo entre o Medley/Campinas e o Vivo/Minas:


A classificação geral da Superliga na 3ª rodada ficou a seguinte:
  1. SESI-SP
  2. Sada Cruzeiro
  3. Vôlei Futuro
  4. Cimed/Sky
  5. Vivo/Minas
  6. BMG/Montes Claros
  7. BMG/São Bernardo
  8. RJX
  9. Medley/Campinas
  10. Volta Redonda
  11. Londrina/Sercomtel
  12. UFJF

Assim como no Brasileirão, toda rodada são escolhidos os melhores jogadores da cada posição, é chamada a Seleção da Rodada. Nessa terceira fase da Superliga, o Sada Cruzeiro conseguiu emplacar dois jogadores entre os melhores, enquanto o grande destaque ficou com o levantador Sandro, do SESI, e com Lucão . Os dados abaixo são do site oficial da CBV:

Melhor jogador – Sandro (SESI-SP) – primeiro no levantamento, quarto no saque, nono no bloqueio e décimo na defesa;

Maior pontuador – Lucão (RJX), com 22 pontos;

Melhor ataque – João Paulo (Cimed/SKY)

Melhor bloqueio – Sidão (Sesi-SP)

Melhor saque – Lucão (RJX)

Melhor defesa – William Arjona (Sada Cruzeiro)

Melhor levantamento – Sandro (Sesi-SP)

Melhor recepção – Filipe (Sada Cruzeiro)

Melhor líbero –Felipe (BMG/São Bernardo)

11 de dezembro de 2011

Cimed vence Londrina e começa bem a Superliga de vôlei

O Londrina/Sercomtel recebeu a tetracampeã Cimed/Sky neste domingo (11/12) para fazer sua estreia na Superliga Masculina de vôlei. No ginásio Moringão, o time paranaense não conseguiu impor seu jogo perante a equipe de Santa Catarina, que poupou seus principais atletas como Bruninho e Gustavo (Giba sequer foi relacionado por estar sentindo dores na canela). Ainda assim, a força do grupo mostrou-se na habilidade de seu banco, que em momento algum passou sufoco e venceu o Londrina por 3 sets a 0, parciais de 25/17, 25/21 e 25/22.
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(Equipe da Cimed comemorando a consistente vitória)

A disputa iniciou equilibrada, com as duas equipes explorando o ataque forçado e dificultando a defesa adversária. Ligeiramente melhor, a Cimed liderava por 8 a 6 na primeira parada técnica. Esta vantagem foi ampliada em uma sequência de erros do Londrina (ao todo os donos da casa cederam 10 pontos só em erros na parcial), que abriu 16 a 12 no marcador. No finalzinho do set, o técnico da Cimed, Marcos Pacheco, ingressou Bruninho, que mal pisou em quadra e já foi ovacionado pela torcida no Moringão. Superior aos adversários, a Cimed não teve dificuldades e levou a primeira parcial por 25 a 17, após Bruninho acelerar pelo meio para Éder, que não desperdiçou a oportunidade e desceu o braço.

Um erro de posicionamento do Londrina deu o primeiro ponto do set de graça para a Cimed. A equipe visitante seguiu melhor em quadra, abrindo dois pontos de vantagem em uma troca de saques errados entre os dois times (ao todo foram quatro erros de saque só no inicio da segunda parcial) deixando 8 a 6 no marcador a favor da equipe de Santa Catarina. Com o bloqueio do time visitante armando-se bem e Rivaldo aparecendo para ser a bola de segurança do time, a Cimed seguiu na dianteira, 14 a 10, fazendo o técnico André Donegá parar a disputa. Os londrinos correram atrás do placar e em um ponto de ataque após um disputado rali diminuíram a desvantagem para dois pontos. Percebendo a reação adversária, Marcos Pacheco colocou Bruninho e Gustavo em quadra. As substituições ajudaram a equipe de Florianópolis a segurar a vantagem no marcador, até que em um erro de saque do Londrina, os visitantes venceram sua segunda parcial: 25 a 22.

João Paulo Tavares explorou o bloqueio para dar o primeiro ponto do terceiro set para a Cimed. O duelo seguiu equilibrado no início, muito pelo bloqueio das duas equipes falhar no momento de parar a ofensividade adversária, mas os visitantes seguiam com a vantagem de dois pontos. Um ataque de Caio, do Londrina, na saída de rede empatou tudo em 7 a 7. Em uma bola fora do time de Santa Catarina, o Londrina tomou a dianteira pela primeira vez no duelo: 12 a 11. A Cimed empatou de novo a disputa em um bloqueio de Éder, e um erro de ataque que parou na rede deixou os visitantes novamente a frente no segundo tempo técnico: 16 a 15. A disputa seguiu ponto a ponto, até que no final, a Cimed deslanchou na boa passagem de Renato no saque, fazendo uma sequência de quatro pontos, e finalizou o set por 25 a 22 em um ataque na saída de rede.

O destaque de Rivaldo pelo lado do Florianópolis foi premiado no final da disputa, sendo ele eleito o melhor jogador da partida. Bruninho jogou pouco na partida, mas como eu já tinha feito este pequeno desenho dele, vou postar aqui assim mesmo. Este e outros desenhos e gráficos que eu gosto de fazer nas horas vagas podem ser conferidos no Flickr do blog.

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Bola no alto e começa a Superliga 11/12

O campeonato nacional masculina de vôlei teve início neste fim de semana. A Superliga, considerada a competição mais acirrada da modalidade em cenário mundial, contará na temporada 2011/2012 com doze equipes na disputa pelo título. A abertura oficial da 18ª aconteceu na última quinta-feira (08/12) e contou com o elenco dos times, técnicos e representantes do vôlei nacional, além de estátuas vivas que foram um espetáculo a parte no meio de tantos jogadores de renome do esporte, incluindo diversos que integram a Seleção Brasileira Masculina.

O atual campeão da competição, o SESI-SP, terá onze times querendo tirar seu título e garantir seu lugar na história do vôlei nacional:
  • Cimed/Sky (SC)
  • Londrina/Sercomtel (PR)
  • Vôlei Futuro (SP)
  • BMG/São Bernardo (SP)
  • Medley/Campinas (SP)
  • Volta Redonda (RJ)
  • RJX (RJ)
  • Sada Cruzeiro (MG)
  • Vivo/Minas (MG)
  • UFJF (MG)
  • BMG/Montes Claros (MG)

O site da CBV divulgou algumas fotos da cerimônia de abertura oficial da Superliga Masculina, imagens bem bacanas da interação dos jogadores, especialmente daqueles que fazem parte da Seleção Brasileira.

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E para finalizar bem, uma foto com dois grandes ídolos e que foram fundamentais para que o vôlei brasileiro crescesse e se tornasse a potência que é hoje: Giba e Giovane Gavio.

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E a primeira partida da Superliga desta temporada já foi de dois nomes de peso: o campeão SESI e o estreante, mas com um elenco incrível, RJX. Apesar de contar com nomes da Seleção Brasileira como Dante, Lucão e Marlon, a inexperiência do time do Rio de Janeiro pesou frente ao entrosado SESI, que venceu no sábado (10/12) por 3 sets a 0 os adversários.

Abaixo os resultados de todos os jogos da primeira rodada:

  • Volta Redonda 1 x 3 Sada Cruzeiro (24/26, 25/22, 19/25 e 25/21)
  • UFJF 0 x 3 Vôlei Futuro (20/25, 19/25 e 18/25)
  • BMG/São Bernardo 3 x 1 Vivo/Minas (25/19, 20/25, 25/20 e 25/23)
  • Londrina/Sercomtel 0 x 3 Cimed/Sky (17/25, 21/25 e 22/25)
  • Medley/Campinas 2 x 3 BMG/Montes Claros (36/34, 25/27, 29/27, 18/25 e 10/15)

Com estes resultados, a classificação geral da Superliga na 1ª rodada ficou a seguinte:

  1. Vôlei Futuro
  2. Cimed/Sky
  3. SESI-SP
  4. Sada Cruzeiro
  5. BMG/São Bernardo
  6. BMG/Montes Claros
  7. Medley/Campinas
  8. Vivo/Minas
  9. Volta Redonda
  10. RJX
  11. Londrina/Sercomtel
  12. UFJF

4 de dezembro de 2011

Giba continua jogando como um garoto, diz Murilo

O site oficial da FIVB publicou um texto sobre a importância do capitão Giba para a Seleção Brasileira de vôlei. Achei o texto simples, mas destacou bem quão relevante a camisa 7 tornou-se para a equipe brasileira, e como ele assumiu a posição de um dos principais nomes da geração vitoriosa do vôlei nacional. O texto original está em inglês, mas eu traduzi ele livremente, ainda assim os créditos são todos do site da FIVB, que também gravou um vídeo com o depoimento de Leandro Vissotto e Murilo sobre Giba após a partida contra o Irã, onde o Brasil venceu por 3 sets a 0, sendo o capitão decisivo para a vitória e eleito o melhor jogador da disputa. Os depoimentos do vídeo também estão em inglês, mas basicamente eles dizem o que foi redigido no texto que segue abaixo:

"Aos 34 anos, Giba continua no seu melhor estilo de jogo.

O capitão brasileiro Giba é um dos jogadores mais talentosos dessa geração – um campeão Olímpico e Mundial. Sua carreira tem mais de uma década, mas Giba continua jogando como um garoto.

Murilo Endres vê seu capitão como alguém que representa a maneira de jogar da equipe. O nome de Giba tem sido sinônimo do voleibol brasileiro.

Sua paixão pela disputa é incomparável e isso é positivamente refletido em seu jogo em cada momento que ele pisa na quadra. Na Copa do Mundo Masculina da FIVB, ele jogou extremamente bem – mergulhando em cada bola para defender e mantendo sua ofensividade em alta intensidade.

A experiência de Giba beneficiou muitos de seus companheiros de equipe, e em retorno, ele ganhou respeito como líder do time. Seus companheiros reconhecem a importância do seu capitão em tentar alcançar seus objetivos em cada competição.

Para Giba, seu amor pelo esporte, sua energia e a atmosfera da disputa continua o mantendo ativo. Ele está feliz com sua boa saúde e com seu poder para ajudar os outros jogadores a alcançar sucesso no futuro."


- Eu amo o que eu faço. Eu amo voleibol, eu amo essa atmosfera, essa adrenalina e jogar é o que eu fiz toda minha vida. Estou muito feliz por continuar aqui, por minha saúde ser boa e por jogar como um garoto como disseram - Giba.

Brasil bate o Japão com facilidade e garante o bronze

Só dependia do Brasil. Na manhã deste domingo (04/12), a Seleção Brasileira Masculina de vôlei enfrentou seu último desafio da desgastante Copa do Mundo. Em Tóquio no ginásio Yoyogi National Stadium, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho jogou contra os donos da casa, o Japão, precisando de uma vitória simples para conquistar o bronze e a última vaga para as Olimpíadas de Londres no ano que vem. Mais cedo a Itália havia batido o Irã por 3 sets a 1, e deixava a responsabilidade toda nas mãos dos brasileiros. Acostumados a grandes decisões, a Seleção não teve problemas em administrar a pressão e venceu o Japão em sua casa por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 25/19 e 25/22.
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Lucão mandou um saque na rede para abrir o primeiro set da disputa. Em cima dos erros brasileiros, o Japão iniciou a parcial na dianteira, 8 a 7 na primeira parada técnica. Os japoneses mostraram uma defesa consistente e conseguiram salvar bolas difíceis do Brasil, mas em uma bola rápida de Bruninho com Sidão, os brasileiros viraram o placar: 10 a 9. Muito superior aos japoneses, a equipe brasileira não demorou a ampliar sua vantagem e fazer 16 a 12 no segundo tempo técnico após um ataque de Giba. Com o bloqueio eficaz e variando bem as jogadas para dificultar a defesa adversária, o Brasil engrenou uma boa sequência de pontos e fechou a parcial em um ataque forte de seu capitão: 25 a 21.

O segundo set novamente iniciou melhor para o Japão, que conseguiu parar a ofensividade brasileira com um bloqueio encaixado e abriu 4 a 1, fazendo o técnico Bernardinho pedir tempo. A equipe verde e amarela voltou mais afiada, mas os donos da casa continuavam na dianteira na primeira parada técnica da parcial: 8 a 6. Com paciência o Brasil conseguiu empatar a disputa em um bloqueio triplo sobre Shimizu, mas não conseguiu manter o bom ritmo e deixou os donos da casa abrirem quatro pontos de vantagem, e Bernardinho queimou seu segundo pedido de tempo. A Seleção Brasileira teve que novamente diminuir a desvantagem e recuperou-se com categoria, fazendo nada menos que oito pontos seguidos. Comandados por Giba, que apareceu para definir tanto no ataque como salvando bolas difíceis, a equipe verde e amarela deixou tudo empatado em 19 a 19 e tomou a dianteira na boa passagem do seu camisa 7 pelo saque, que praticamente criou raízes no fundamento e fechou a parcial com um ace: 25 a 19.

O Brasil voltou motivado a vencer a terceira parcial e garantir sem maiores preocupações a esperada vaga para as Olimpíadas. Desde o começo os brasileiros tomaram a dianteira, e após um ataque na diagonal de Giba, lideravam por 8 a 5 na primeira parada técnica. O Japão conseguia não deixar o Brasil disparar na dianteira muito em consequência de seu saque regular e dos erros adversário, perdendo por somente dois pontos na segunda parada obrigatória, 14 a 16, após um disputadíssimo rali finalizado por um ponto de bloqueio de Vissotto. Sem grandes incômodos por parte dos japoneses, o Brasil seguiu melhor em quadra e administrou sua vantagem, Sidão e Vissotto se destacando no finalzinho do set, a Seleção Brasileira venceu sua terceira parcial por 25 a 22.

Sidão foi eleito o melhor jogador da disputa e foi o maior pontuador para o Brasil, com 15 acertos, seguido por Giba, que anotou 13 vezes. Shimizu ajudou o Japão com também 15 acertos.

3 de dezembro de 2011

Brasil demonstra o peso de sua camisa e vence a Polônia após sufoco

A situação da Seleção Brasileira Masculina de vôlei se complicou com as derrotas para Cuba na terceira fase e para a Sérvia por 3 sets a 1 na quarta etapa da Copa do Mundo da modalidade, realizada no Japão. Precisando de uma vitória para continuar com chances de conquistar o bronze (a prata e o ouro estão entre Rússia e Polônia), e consequentemente a vaga para as Olimpíadas de Londres, o Brasil entrou em quadra na madrugada deste sábado (03/12) e enfrentou a Polônia, o time mais regular deste torneio e que teve somente uma derrota na competição, para o Irã. Até se deparar com a potência que segue sendo a camisa verde e amarela. Após dois sets onde os comandados por Bernardinho não conseguiram impor seu jogo, a garra brasileira destacou-se em quadra, e com destaque para o levantador Bruninho, que entrou no meio da disputa e mudou o ritmo da partida, a Seleção Brasileira virou e venceu os poloneses por 3 sets a 2, parciais de 18/25, 21/15, 25/18, 25/19 e 15/12.
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(Seleção Brasileira comemorando a vitória com o mascote da competição)

Um saque na rede de Winiarski deu o primeiro ponto da disputa para o Brasil. A Polônia iniciou a partida cometendo alguns erros, e os brasileiros apostaram no saque forçado e nos ataques de velocidade para parar os poloneses. O placar seguiu equilibrado, até que em um bloqueio sobre Giba, a Polônia liderava na primeira parada técnica por 8 a 6. Nos erros do time verde e amarelo, os europeus abriram quatro pontos de vantagem, fazendo Bernardinho pedir tempo. As boas defesas brasileiras não conseguiram parar o forte ataque adversário, que ampliou sua vantagem e com Bartman descendo o braço no ataque, a Polônia fechou a parcial em um erro de saque de Sidão: 25 a 18.

O bloqueio não funcionou no primeiro set, mas Vissotto apareceu para armar um paredão e fazer 1 a 0 na segunda parcial com um ponto de bloqueio. Giba chamou a responsabilidade para si e marcou três dos cinco primeiros pontos, mas com Bartman jogando em alto nível, os poloneses se mantiveram encostados no marcador. Um saque na rede deixou 8 a 7 para os europeus no primeiro tempo técnico. A disputa se manteve ponto a ponto com vários erros de saque forçado para ambas equipes. A Polônia conseguiu manter um ritmo de jogo mais constante e liderava no segundo tempo também, por 16 a 14. O Brasil diminuiu sua atenção em quadra e deixou os europeus ampliarem a vantagem, vencendo sua segunda parcial por 25 a 21.

Com a vaga para os Jogos Olímpicos garantida, a Polônia voltou ainda mais motivada em quadra e logo abriu 8 a 5. Novamente a Seleção Brasileira voltou a cometer erros deixando a Polônia abrir 13 a 8, fazendo Bernardinho pedir tempo técnico e realizar mudanças na equipe, ingressando Bruninho em quadra e Dante. Os dois foram essenciais para a virada brasileira, e na garra o Brasil recuperou-se na boa passagem de Dante pelo saque, empatando a disputa em 13 a 13. Em uma largadinha de Murilo a Seleção Brasileira passou a frente no marcador, destaque para três pontos de bloqueio do levantador Bruninho. Com quatro pontos de vantagem e o bloqueio finalmente funcionando, a equipe verde e amarela administrou o jogo e não cedeu chances para a bola adversária cair em quadra, ganhando sua primeira parcial por 25 a 18.

O quarto set começou equilibrado, com as duas equipes forçando muito no saque e apostando na sua recepção. Vissotto anotou duas vezes seguidas para o Brasil, mas em uma bola fora de Murilo a Polônia liderava por 8 a 7 no primeiro tempo técnico. Sabendo da necessidade de vencer a parcial para forçar o tie-break, a equipe verde e amarela voltou melhor em quadra e com Vissotto aparecendo com eficácia, os brasileiros assumiram a dianteira em um ataque de Murilo: 16 a 15. Com Bruninho distribuindo inteligentemente as bolas e aparecendo inclusive para atacar e fazendo três pontos de bloqueio, o volume de jogo da Seleção Brasileira seguiu superior e o Brasil finalizou a parcial por 25 a 19.

Sidão desceu o braço para dar o primeiro ponto do set desempate ao Brasil. Um ace de Dante ajudou os brasileiros a ampliarem a vantagem para 4 a 2. O Brasil conseguiu manter-se dois pontos na dianteira aproveitando-se dos erros adversário, contudo a Polônia conseguiu empatar em duas oportunidades, mas com Murilo aparecendo para definir bolas difíceis, foi do camisa 8 o último ponto da partida, que deu a vitória para a Seleção Brasileira: bloqueio triplo e 15 a 12 para o Brasil.

Nome da partida pela sua liderança e decisão, Bruninho foi eleito o melhor jogador da disputa. Bartman foi o maior pontuador do duelo com incríveis 26 acertos, mais de um set inteiro somente de pontos do camisa 9 polonês. Pelo lado brasileiro, Vissotto destacou-se também pela alta pontuação, tendo marcado 23 vezes. Com a vitória por 3 sets a 2, a Brasil conquistou dois pontos e segue empatado em terceiro lugar com a Itália com 21 pontos, mas pela pontuação a equipe verde e amarela fica em vantagem e depende de uma vitória contra o Japão no domingo para garantir o bronze e a classificação para os Jogos Olímpicos de 2012.

28 de novembro de 2011

Brasil perde para Cuba e dificulta suas chances de título

Dois pontos importantes foram perdidos pela Seleção Brasileira Masculina de vôlei na madrugada desta segunda-feira (28/11). Com Polônia e a Rússia ocupando os primeiros lugares da tabela da Copa do Mundo, a equipe comandada por Bernardinho necessitava vencer a forte Cuba por até 3 sets a 1 para conquistar os três pontos e encostar nos russos. Mas os meninos do Brasil sofreram um novo revés. Em partida válida pela terceira rodada do torneio realizado no Japão, a Seleção enfrentou Cuba em um jogo tenso e oscilante que durou mais de duas horas, e infelizmente os brasileiros levaram a pior, perdendo por 2 sets a 3, parciais de 25/17, 22/25, 23/25, 25/20 e 12/13.
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Um bloqueio de Giba sobre Hernandez inaugurou o marcador no ginásio em Hamamatsu, e o capitão da Seleção Brasileira seguiu com boas atuações, fazendo três de seis dos primeiros pontos. Um contra-ataque de primeira de Marlon, que desviou no bloqueio, levou o time verde e amarelo para a parada técnica liderando por 8 a 5. Murilo foi para o saque ampliar a vantagem brasileira para 11 a 6, fazendo o técnico cubano pedir tempo e quebrar o ritmo de saque do brasileiro. Completamente desestabilizados, Cuba não conseguiu encontrar-se novamente em quadra e cometeu inúmeros erros, deixando o Brasil abrir 16 a 9 no segundo tempo técnico. O restante do set foi um passeio brasileiro em quadra, os cubanos até tiveram fôlego para tentar uma reação, comandados por Leon fizeram quatro pontos seguidos, mas a superioridade do time verde e amarelo não deixou os adversários encostarem, e com tranquilidade a Seleção Brasileira fechou a parcial: 25 a 17.

Novamente Giba abriu o placar no set, desta vez vindo do fundo para descer o braço e marcar o primeiro. Com um ace e um erro de saque de Sidão, Cuba abriu dois pontos de vantagem, 4 a 2, mas não demorou até a equipe verde e amarela empatar a disputa e manter-se colado nos adversários que foram para o primeiro tempo técnico à frente: 8 a 6. Na boa passagem de Murilo pelo saque o Brasil reverteu o placar, 11 a 10. Cuba continuou mais afiada na disputa, e com o bloqueio funcionando, abriu 16 a 13, deixando o técnico Bernardinho nervoso a beira da quadra. Novamente na passagem de Murilo no saque, o Brasil conseguiu tomar a dianteira em um ace do camisa 8: 20 a 19. O final do set foi tenso, com um ponto polêmico da arbitragem em favor do Brasil, até que em um ataque fora de Lucão os adversários venceram sua primeira parcial: 25 a 22.

Cuba mostrou um bom volume de jogo também no terceiro set, bloqueando bem o ataque brasileiro e abrindo 5 a 2 no marcador. O Brasil mal conseguiu rodar em quadra até a primeira parada técnica, onde os cubanos lideravam por 8 a 3. Bernardinho voltou do tempo com Wallace no lugar de Vissotto, e o camisa 4 já começou bem e emendou dois pontos seguidos. O técnico também ingressou Bruninho no lugar de Marlon. O Brasil havia diminuindo a desvantagem para 10 a 12, quando Cuba emplacou três pontos seguidos (sendo um ace), e dificultou novamente a situação dos comandados por Bernardinho. Dois erros do adversário, um ataque de Lucão pelo meio e uma bola de Giba na saída da rede deixaram tudo empatado: 15 a 15. Contudo era o dia dos cubanos, que tiveram uma recuperação incrível, e ao contrário do esperado, mantiveram a confiança e voltaram a abrir quatro pontos de vantagem. O Brasil reagiu, conseguiu encostar no placar, mas, em um saque na rede, Cuba fechou o set: 25 a 23.

Uma troca de saques errados deixou o marcador empatado em 2 a 2 no início da quarta parcial. E no empate foi o momento do capitão brasileiro aparecer para fazer dois aces seguidos e colocar o Brasil à frente: 6 a 4. Mais atento em quadra e aproveitando-se dos erros cubanos, os brasileiros ampliaram a vantagem, chegando ao segundo tempo técnico com 16 a 11 em um ataque de Wallace. Com um ritmo de jogo melhor e Giba aparecendo em sequência para deixar sua marca, a Seleção Brasileira administrou a diferença no marcador e em um ataque de Murilo pela diagonal os brasileiros fecharam o set: 25 a 20.

Um bloqueio sobre Giba deu o primeiro ponto do tie-break para Cuba. O placar começou melhor para os adversários, que conseguiram abrir três pontos nos erros brasileiros. Mas o Brasil conseguiu manter a cabeça fria e em uma bola longa de seu camisa 7 a equipe empatou em 8 a 8. Os cubanos tornaram a abrir vantagem, fazendo que Bernardinho pedisse tempo para arrumar o time quando o placar apontavam 10 a 13 para os brasileiros. A reação não adiantou, e por 15 a 12 Cuba fechou a disputa por 3 sets a 2. O ponteiro Giba foi o maior pontuador pelo lado brasileiro, marcando 21 acertos, enquanto Hernandez anotou 22 vezes para Cuba.